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Não repare a bagunça, fomos hackeados…

Queridos leitores que acompanham o blog, sei que ele tá estranho, feio e desajeitado, mas acontece que este blog foi hackeado esta semana e essa aparência foi a que consegui dar pro conteúdo voltar pro ar enquanto não consigo ajeitá-lo de forma definitiva! Meu amigo Wlad, do Code Energy, enviado pelo meu anjo da guarda, foi quem me ajudou a salvar o blog das mãos dos hackers (rolou uma invasão tipo Japanese Keyword Hack, apareceram uns posts em japonês muito sinistros usando o www.eusouatoa.com – aparentemente este é um ataque muito comum…) e colocar todo o conteúdo de volta. Agora falta …

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Taxi, pra quê? Veja como é fácil e barato ir de metrô + ônibus pro Aeroporto de Guarulhos em SP

Existem diversas maneiras de chegar até o Aeroporto de Guarulhos, GRU, em São Paulo, mas nem todas são baratas nem rápidas. Minha escolha, na maioria das vezes que preciso ir e sair de lá, é o trajeto de metrô até a estação Tatuapé da Linha Vermelha e depois o ônibus mais baratex até o GRU o EMTU 257.

Eu acho ir de metrô + ônibus pro Aeroporto de Guarulhos é a melhor alternativa que temos hoje e você vai ver nesse post aqui como é fácil fazer isso! A não ser que você esteja com muitas malas para carregar, prometo que nunca mais vai pensar em pegar uber pra GRU (e plmdds, esses ônibus de 42 reais que vão até a Paulista são muito embuste, confie em mim).

De rolê por Inhotim e Brumadinho: banho energizante na Cachoeira Carrapatos

Brumadinho tem um município enorme, 2 vezes maior que o de Belo Horizonte e muito menos urbanizado (ainda bem!), o que permite que a região esconda verdadeiros tesouros a poucos minutos da cidade. Um deles é a Cachoeira Carrapatos, no distrito de Piedade do Paraopeba.

Depois de três dias intensos visitando Inhotim, com programação noturna e ainda a vivência nos quilombos Marinhos e Sapé, a nossa viagem a Brumadinho terminou com um tchibum na cachoeira bem merecido!

De rolê por Inhotim e Brumadinho: receita de pão de queijo mineiro

Quem já lê o blog há tempos conhece a minha receita de pão de queijo de família, passada pra mim pela minha mãe e avó. Acontece que o melhor pão de queijo mineiro mora na casa da sua avó mineira, as receitas variam demais, demais, de acordo com as preferências e experiências de família, mas ela certamente será uma receita muito mais gostosa do que as que são vendidas em restaurantes, cafés e outros estabelecimentos por aí. Por que? Porque a sua avó não vai economizar na quantidade e qualidade do queijo e dos ovos! Essa é a principal premissa para uma boa receita de pão de queijo 😉

Na viagem que fiz a Brumadinho, fui convidada pelo De Rolê Por Brumadinho a fazer um workshop de pão de queijo oferecido pela Telma Brandão na Casa da Horta! Ou seja: aprendi uma receita de família diferente da minha – e que delícia! Amo as duas, não quero alimentar disputas familiares, meu estômago e papilas gustativas gostam de ambas kkkkkkkkk

Confira essa receita e arrisque-se a tentar em casa!

Inhotim – tudo que você precisa saber para visitar o maior (e melhor) museu a céu aberto do mundo!

Inhotim está instalado em 140 hectares de fazenda transformados em museu e jardim botânico no município de Brumadinho, a 60km de Belo Horizonte, MG. É impossível conhecer tudo em uma visita! Mesmo quem separa dois dias para visitar Inhotim não conseguirá aproveitar tudo que ele tem a oferecer, então já aceite que você vai precisar voltar outras vezes, hehehehe. Eu já visitei o museu 11 vezes e nessa última ida até lá, descobri obras que eu nunca tinha visto!
Aliás, é legal voltar em diferentes épocas do ano, porque as plantas e animais mudam bastante em cada uma delas 🙂

Neste post, escrevi um apanhado de informações que você precisa saber para programar sua visita a Inhotim. Confira!

Todo mundo me viu pelada na frente do bloco de carnaval

Escrevi três crônicas sobre o carnaval em Belo Horizonte deste ano. Esta aqui é a terceira delas, O Corpo, escrita depois de alguns dias fazendo e refazendo esse texto.

Falo da função árdua e recompensadora de participar da corda do bloco, manejar a massa pra lá e pra cá rua abaixo. Também falei da segurança que construímos para nos desnudarmos no meio da rua, uma luta silenciosa cujos resultados se vêem na quantidade de mamilos à mostra nos blocos. E preparem-se: ano que vem seremos muitas mais!

“Eu vou pra rua por mim. Não tiro a roupa para me sentir sexy, desejada. Não faço dieta nem academia pra sair mais “gostosa” no carnaval. Não quero atrair olhares, tenho dificuldade em receber atenção — e é por isso que eu uso cílios postiços bem grandes, meu par de máscaras. Me desnudo porque quero libertar meu corpo totalmente pelo menos esses cinco dias do ano. Dançar até me acabar, coberta de brilho e suor, sem medo.”

Pelo direito de morar, viver e brincar – antes, durante e depois do carnaval

Escrevi três crônicas sobre o carnaval em Belo Horizonte deste ano. Esta aqui é a segunda delas, A Luta, escrita pouco depois de voltar do bloco Filhos de Tchá Tchá.

Cheguei cedo na Ocupação Maria Carolina de Jesus, na Rio Grande do Norte com Afonso Pena, para pegar o ônibus organizado pelo bloco até o Vale das Ocupações do Barreiro, orla em disputa em Belo Horizonte. Saímos da Ocupação Eliana Silva e passamos pela Irmã Dorothy e Camilo Torres até a Paulo Freire. Depois de 10h pacíficas de bloco, já na festa final com funk rolando solto, a PM decidiu que queria participar com seus tiros de borracha, bombás de gás e cacetetes pra cima das pessoas. Saí minutos antes que esse inferno cotidiano da favela acontecesse. Os PMs esperaram que a maioria dos brancos fossem embora pra ostentar o seu poder que só alimenta mais violência.

O dia que o carnaval atravessou a montanha

Escrevi três crônicas sobre o carnaval em Belo Horizonte deste ano. Esta aqui é a primeira delas, A Cidade, escrita após a inesquecível experiência de atravessar com toda a massa carnavalesca do bloco Tico Tico Serra Copo o túnel da Cristiano Machado, que é parte importante da minha vida.

“Abre, cidade, não luta contra a nossa alegria, venha participar dela, exorcisar a tristeza com música, o desânimo com dança e superar o apego multiplicando amor. Muito amor pelos que lutaram pra que a gente passasse nesse território dos carros, pelos companheiros de front-folia que tocaram, dançaram, cantaram, ajudaram o bloco a andar, fizeram chuva, proveram água, cachaça de jambú, catuaba e o que mais tinham. Trocamos o que tínhamos.”

Um dia na bicicleta: de Punta del Diablo a Santa Teresa, Uruguai

Foram aproximadamente 26km de pedalada à beira-mar, por florestas subtropicais do Parque Nacional Santa Teresa e campos de pastoreio uruguaios até chegar à Fortalesa Santa Teresa, uma das principais do Uruguai.

Um passeio super gostoso e fácil de ser feito mesmo por quem está fora de forma! Ok, tem um trecho de subida mais intenso, mas é curto e as nossas bicicletas de 21 marchas e pneus largos alugadas pela BiciUruguay deram conta de nos ajudar a superá-las, hehe. E, quando batia o cansaço, era só parar, tomar uma água e aproveitar a paisagem 🙂

Como viajar pelo litoral do Uruguai sem carro

Viajei com 6 amigas para Punta del Diablo, no Uruguai, para passar o reveiom no litoral sul do sul da América do Sul. E foi uma viagem ótima! Recomendo demais!

O nosso principal desafio foi descobrir informações seguras e precisas sobre horários de ônibus para viajar pro litoral do Uruguai sem carro! Passamos alguns perrengues e tivemos que entrar em sites feitos nos anos 2000, procurar informações em cadernos escritos à mão, quadros de horários com informações desafasadas e tudo o mais, mas sobrevivemos para contar! E eu anotei e tirei foto de tudo pra poder contar pra vocês, é claro!

Agora as informações estão todas aqui, não precisa se descabelar 😉 Leia esse post e prepare-se pra viajar por todo o Uruguai!

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